
E, o brilho dos seus olhos percorre os vagões,
Vejo luzir sua testa de longe
Quanto mais aproximo de ti
Ofega minha respiração
Tua boca inclina querendo chupar a minha
Teu peito esquenta o meu
Algo cresce em mim e em você é visível
A estação move em câmara lenta
Os nossos corpos possuem movimentos
Da língua, translação,
Envolvo-te e percorro com os dentes sua ténue carne
Procuro seus olhos, ainda me espia,
Os movimentos agora são das mãos também
Das bolas, oras.
Enlaço-o pelas pernas, contra minha boca, pra te sentir, pra te molhar.
Sua carne na minha boca
Língua, carne, carne, língua.
Dentes, mordidas, a boca sobe e desce.... Abre e fecha
Quero ser água de suor pra rolar no seu corpo
Quero ser sol pra te secar
Venha e seja qualquer coisa incerta
Venha pra onde dorme a borboleta amarela
Dissipar a fumaça que cobre o meu rosto
O que pretendes com suas mãos?
Macias, dedos chatos, lânguida:
Sabes como me penetrar, discorre pela minha boca e chega ao âmago.
O cheiro que nos envolve, personificação de um Casanova, sua sensualidade convidativa, sua masculinidade nua, madeirado, fusão de notas citrus, âmbar seco e almíscar.
- Você é mau!
Deveria beber tudo em mim...
Possui aroma que compõe meus vícios
Qualquer coisa incerta que se cumpra simplesmente
Dando vida ao que está latente,
Um desejo ardente um amor sombrio e indolente
Água mineral, na boca morna que finaliza, escorre...
ESTAÇÃO PARAÍSO
Depois do amor sua mão pousada no meu ventre como uma flor esquecida por acaso:
- Como foi de viagem? Esperava por ti a horas!
- Bem e ...
Vejo luzir sua testa de longe
Quanto mais aproximo de ti
Ofega minha respiração
Tua boca inclina querendo chupar a minha
Teu peito esquenta o meu
Algo cresce em mim e em você é visível
A estação move em câmara lenta
Os nossos corpos possuem movimentos
Da língua, translação,
Envolvo-te e percorro com os dentes sua ténue carne
Procuro seus olhos, ainda me espia,
Os movimentos agora são das mãos também
Das bolas, oras.
Enlaço-o pelas pernas, contra minha boca, pra te sentir, pra te molhar.
Sua carne na minha boca
Língua, carne, carne, língua.
Dentes, mordidas, a boca sobe e desce.... Abre e fecha
Quero ser água de suor pra rolar no seu corpo
Quero ser sol pra te secar
Venha e seja qualquer coisa incerta
Venha pra onde dorme a borboleta amarela
Dissipar a fumaça que cobre o meu rosto
O que pretendes com suas mãos?
Macias, dedos chatos, lânguida:
Sabes como me penetrar, discorre pela minha boca e chega ao âmago.
O cheiro que nos envolve, personificação de um Casanova, sua sensualidade convidativa, sua masculinidade nua, madeirado, fusão de notas citrus, âmbar seco e almíscar.
- Você é mau!
Deveria beber tudo em mim...
Possui aroma que compõe meus vícios
Qualquer coisa incerta que se cumpra simplesmente
Dando vida ao que está latente,
Um desejo ardente um amor sombrio e indolente
Água mineral, na boca morna que finaliza, escorre...
ESTAÇÃO PARAÍSO
Depois do amor sua mão pousada no meu ventre como uma flor esquecida por acaso:
- Como foi de viagem? Esperava por ti a horas!
- Bem e ...
...e, só assim então faria ele te amar, te acolher, e te desejar!
ResponderExcluirEscrevi, descrevi, desnuda, reescrevi, e adormeci dentro de si.