( Foto: Nuno Manuel Baptista)Abri o fecho do sutiã e lancei ao chão
Deslizei minha mão na cintura e me livrei da calcinha calmamente
Como se fizesse isso todo dia na tua frente
Não te olhei como amiga nem como professora
E não liguei para a boa experiência que tinhas
Eu era madura e você nada inocente
Tinha certeza de tudo mas você não se mexia
Passei a mão no seu cabelo
Te beijei a testa, a nuca, a boca
Te dei então meus olhos
E o sexo lacruste de vontade do seu
Fui translucida na boca em desvendar seu prazer,
Mas, entre minhas coxas te encaixei
E foi com sua boca que eu gozei.
O aroma forte da chuva lá fora nos embriaga(...) sua mãos me procuram, ávidas , cálidas(...) seu corpo me enlouquece de paixão! Eu me entrego...sem pudores, sem rancores, sem louvores, com emoção!
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