No ruído glacial dos rins, no ar do intestino, no meu medo, na minha ânsia, onde possas me encontrar, a vontade ao mesmo tempo de ficar para sempre nesse silêncio exasperado e terrível, perdendo-me neste sentimento inesgotável.
Fico...
Mas, incutindo um desejo confusamente consciente de que estou fazendo algo que há muito desejo. E nunca havia imaginado que realmente se pudesse fazer.
Pois nossos corpos entrelaçaram, sem sabermos de quem são aqueles pés... nos atropelos de nossas primícias!
E me descubro outra vez no mesmo espaço que ocupei tempos atrás...
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