Chegou o momento em que o desejei...
Sem aviso, pus a língua para fora e deslizei-a ao longo da delicada e suava haste de Hot, que estava ligeiramente curva e a pele retesada.
Eu também estava trêmula agora e tinha dificuldade em respirar.
Dos meus olhos escorriam lágrimas.
Os dedos dele tentava seca-las enquanto isso a outra mão segurava meu queixo contra sua virilha.
Bola gato, bora Gato, ora Gato...
Estava a afixiciar quando forte ele me puxou pelos cabelos... meu pulmão se encheu de ar e então suas mãos me guiaram pelo pescoço e minha boca encontrou a dele.
Pela minha boca escorria gozo e com a ponta de sua língua experimentava o próprio néctar. Se lambuzava de si em mim... provava então, tão amargo e sensual aquele gosto.
Como um leão que banha com a língua, ele secava meu queixo marcado pela lasvícia.
Cuspi nele.
E, com a mesma palma que limpara meu rosto devolveu um breve tapa pela tal indelicadeza.
Pra me castigar mais segurou meu rosto e lascou um beijo, querendo alcançar minha garganta e assim eu chupei sua língua piedosamente.
Quando meus olhos encontraram os dele, impus: “Pra sempre!”
O tempo paralisou.
Uma reação desencadeou no corpo dele, um ruido glacial dos rins cortou o silêncio, sintomas físicos desconfortáveis o padeceu e reclamou dor de estômago, palpitações, hiperventilação, sufoco, opressão, aprisionamento... Os pêlos de sua nuca ficaram arrepiados!
E, a partir daí nunca mais ninguém viu aquele homem que me atropelou e fugiu!
lindo este poema mesmo tempo que contem enigmas,e cuidadosamente penssando para nao se tornarem vular traz uma sensacao de desejo , tesao excitacao que sentimos comecar a surgir como arrepios sem fim ( excitante )!!
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